Há uma esfinge. Ela me assusta.
Já a decifrei, mas a resposta me amedronta.
Calo. Ela me devora.
Percebo um sorriso logo antes de ceder ao fatídico.
É uma tentativa desesperada de receber algum afeto.
Os silêncios se tornam doloridos, pois vêm alçados na expectativa de um dia serem compensados, assim como no conhecimento que não hesita em mostrar sua força.
Sinto sua falta.
Meu peito se amiúda quando penso em tudo que nunca terei.
Esse conformismo louco de saber que você não é para mim.
Queria poder não sentir nada.
Odeio quando esses sentimentos se ligam a um nome.




